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terça-feira, 17 de novembro de 2020

Primeira canção de futebol a alcançar o topo da Parada de Sucessos

Back Home, a canção feita para ser o hino do English Team durante a Copa do mundo de 1970, acabou se tornando um tremendo sucesso, inclusive alcançando o topo das paradas musicais inglesas.  

 

Maiores detalhes abaixo.

 

Boa leitura.

 

1. Capa do compacto com a música oficial para a Copa de 70 (Discogs)

A primeira canção executada por um time a alcançar o topo da parada de sucessos na Inglaterra foi a canção “De volta para casa” (Back Home, no original).

 

Escrita e produzida pelo escocês Bill Martin e pelo irlandês Phil Coulter, no lado B do compacto ainda havia a canção Cinammon Stick.

 

Lançada em 18 de abril de 1970, a canção atingiu o topo das paradas de sucesso cerca de um mês depois, no dia 16 de maio.

 

Ela permaneceu três semanas no topo e dezessete semanas nas listas das paradas de sucesso.

 

O time da Inglaterra ainda compareceu no Top of the Pops para cantar o seu hino vestido de smoking. *

 

* Firsts, Lasts and Onlys - Paul Donnelley ©.

 

2. Time da Inglaterra, de smoking, para cantar a canção Back Home no Top of the Pops (Getty Images)

Tradução: Sandro Pontes


sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Manchester City - Johnny Marr revela como se apaixonou pelos Cityzens

O guitarrista e cantor Johnny Marr, eternamente ligado à história da mítica banda The Smiths, pois ele foi um dos fundadores, é um aficionado pelo Manchester City e, sempre que pode, acompanha ao vivo o seu time do coração no Etihad Stadium 

Como acredito que um grande contingente dos leitores do blog seja composto de jovens, coloco o link do Youtube com um dos grandes sucessos da banda: Bigmouth Strikes Again.

Agora voltando à entrevista, concedida ao Manchester Evening News, em março de 2019, Marr declara todo o seu amor pelos Cityzens e, também, revela quando esta paixão começou: um longínquo janeiro de 1972, quando então um Johnny Marr com apenas nove anos assistiu ao seu time bater os Wolves por 5 a 2 em Maine Road, três gols do herói Franny Lee.

Por uma feliz coincidência achou-se o texto que narra como foi aquela partida que encantou Johnny Marr, cujo texto será reproduzido após a matéria do Manchester Evening News, retirada do site City Till I Die (escrito por David Clayton).

Outro ponto que vale destacar é que, ao tempo da entrevista, os Cityzens ainda brigavam por quatro títulos ao término da temporada, porém, coma eliminação para os Spurs nas quartas de final da Champions League, eles conquistaram “somente” um treble (Premier League, FA Cup e League Cup).

Antes de adentrar ao texto, propriamente dito, é preciso, considerando-se que algum leitor possa não conhecer a banda The Smiths, lançaremos mão da Wikipedia para trazer um breve resumo da história relativamente curta do conjunto musical (1982-1987), mas extremamente passional (toda vez que penso em Smiths lembro dum texto lido no Rough Guide of Rock, 1ª edição): “havia adoração entre os Smiths e os seus fãs”.

“The Smiths foi uma banda britânica de rock formada em Manchester em 1982. Tendo como principal característica a parceria nas composições de Morrissey (vocal) e Johnny Marr (guitarras), a banda também incluía Andy Rourke no baixo e Mike Joyce como baterista.

Os críticos consideram a banda como sendo a mais importante banda de rock alternativo a surgir nos anos 1980s.

A banda assinou contrato com a Rough Trade Records, pela qual eles lançaram quatro álbuns, várias coletâneas e diversos singles.

Embora alcançando pouco sucesso comercial fora do Reino Unido durante os seus anos de atividade, a banda conquistou grande sucesso nos anos decorrentes, mantendo-se nas prateleiras das lojas até os dias de hoje.

A banda encerrou suas atividades em 1987, nunca vindo a se reunir novamente.

1. The Smiths. Da esquerda para a direita: Johnny Marr, Morrissey, Andy Rourke a Mike Joyce (Getty Images)

O NME (New Musical Express) nomeou os Smiths como os "artistas mais influentes de sempre" em uma votação de 2002.

A banda foi formada no início de 1982 por Steven Patrick Morrissey, um escritor que era grande fã de New York Dolls e que foi vocalista por um curto período da banda de punk rock The Nosebleeds, e pelo guitarrista e compositor John Maher (que, posteriormente, alterou o seu nome para Johnny Marr para não ser confundindo com o baterista da banda Buzzcocks).

Após gravarem várias fitas demo com Simon Wolstencroft (que fez parte da banda The Fall) na bateria, Morrissey e Marr recrutaram o baterista Mike Joyce no outono de 1982, tendo este um histórico dentro do punk nas bandas The Hoax e Victim.

Além de Joyce, também entrou para a banda o baixista Dale Hibbert, que trabalhava como engenheiro de gravação em um estúdio, o que possibilitava que a banda gravasse suas fitas demo.

Porém, após um show, um amigo de Marr, Andy Rourke, assumiu o posto de baixista, pois, segundo Marr, nem a personalidade, nem a maneira de Hibbert tocar se encaixavam no estilo do grupo.

O nome da banda foi escolhido, em parte, como uma maneira de contrapor os nomes usados por bandas de synthpop como Orchestral Manoeuvres in the Dark e Spandau Ballet, pois para os músicos, tais nomes soavam pretensiosos demais.

Em uma entrevista em 1984, Morrissey afirmou que escolheu o nome "The Smiths" "... porque dos nomes era o mais comum" e por pensar que "era o momento em que as pessoas comuns mostravam seus rostos".

Em tradução livre, o vocábulo "Smith" - um sobrenome muito comum na Inglaterra (comparável ao "Silva", no Brasil) - seria "ferreiro" ou "serralheiro".

Feitos todos estes esclarecimentos passemos ao tão esperado texto.

Boa leitura.

2. Johnny Marr no Etihad Stadium dando entrevista para a Man City TV antes da partida com o Atalanta pela Champions League em 22 de outubro (Getty Images)

 
Johnny Marr revela como se apaixonou pelo Manchester City

A lenda da música de Manchester falou sobre o seu amor pelo Man City.

Por Steve Railston ©, 29 de março de 2019, às 11:46

O time de Pep Guardiola tem uma variedade de estrelas talentosas, mas, fora do gramado, o Man City gaba-se de ter, entre os seus torcedores, alguns dos músicos maia famosos do mundo.

3. Noel Gallagher, ex Oasis, e Johnny Marr flagrados pela televisão durante a partida contra o Arsenal em 3 de fevereiro no Etihad Stadium. O City bateu os londrinos por 3 a 1 (Daily Mail)

Noel e Liam Gallagher do Oasis, por exemplo, não fizeram segredo da sua afeição pelo City ao longo dos anos e, da mesma maneira, Johnny Marr, que fez parte dos Smiths.

Os Blues atualmente estão perseguindo o seu quarto título de Premier League na era moderna do futebol inglês e possuem uma das equipes mais invejáveis do futebol.

Os Cityzens também possuem uma infraestrutura de classe mundial, incluindo multimilionário complexo de treinamento que assegura a sustentabilidade de futuros sucessos.

O City está praticamente irreconhecível do que ele foi há algumas décadas atrás, com o clube brevemente flertando com a quarta divisão da Inglaterra em poucas ocasiões, enquanto também chamava a sua casa de Maine Road.

4. Noel Gallagher e Johnny Marr no Etihad Stadium após a partida contra o West Ham em 11 de maio de 2014. Eles estão comemorando o título da Liga ao lado dum torcedor (Getty Images)

Nascido e criado Mancunian, Marr, que é responsável por algumas músicas mais icônicas da Grã-Bretanha é um torcedor do City de longa data e testemunhou os altos e baixos do clube.

E o músico de 55 anos, falando ao BBC Sport, agora recorda quando se apaixonou pelo City ao dizer: “A primeira vez em que que fui vê-los foi em 1972”.

“Foi um jogo do City contra os Wolves e eu fui com um amigo. Eu tinha uns nove anos naquele tempo e, como diversos torcedores de futebol, tenho uma grande lembrança da minha primeira ida ao estádio, de caminhar por lá e de entrar no gramado e ver o campo, aquele imenso espaço verde combinado com o barulho e toda a excitação e energia do lugar. Isto nunca mais será esquecido, aquela lembrança”.

“Naquela época o City tinha o seu famoso time dos anos 1970s com Mike Summerbee, Colin Bell e Franny Lee”.

5. Gallagher e Marr no Etihad comemorando o título da Liga 2013-14 (Getty Images)

Felizmente para mim, meu primeiro jogo foi uma vitória por 5 a 2 com Lee marcando um hat-trick e eu simplesmente fiquei apaixonado com a coisa toda. Fiquei apaixonado pelo uniforme e pela atmosfera do jogo e se tronou uma jornada interessante desde então.

A “interessante jornada” do City continuará e o clube ainda está na disputa por um inédito triunfo quádruplo nesta campanha.

O City de Mike Summerbee, Colin Bell e Franny Lee é uma lenda de antigamente e não há dúvidas de que os homens de Guardiola podem se situar no mesmo patamar se eles trouxerem ainda mais troféus. *

No site dedicado ao City, chamado City Till I Die, há a descrição desta partida que encantou Johnny Marr e será reproduzida para vocês logo abaixo:

6. Programa oficial da partida entre o City e os Wolves (10 Footballs)

“O City imediatamente emparedou o adversário visitante. Com o gramado de Maine Road reduzido a um lamaçal com algumas faixas de grama aqui e ali. A bola não consegui rolar adequadamente pela superfície e os times tiveram que se adaptar para fazer ligação direta como recurso para dar andamento ao jogo.

Os Blues, entretanto, roubaram a cena quando, com apenas cinco minutos jogados, Tommy Booth colocou os anfitriões à frente no placar por 1 a 0 e, aos 24, Lee marcou o seu 21º gol na temporada para, aparentemente, colocar o time da casa numa posição privilegiada.

Mas, tão perigoso quanto era o ataque do City, havia pontos fracos na defesa do time da casa que os Wolves começaram a explorar.

Joe Corrigan parecia não estar em um bom dia e os seus defensores dificilmente passavam um jogo se conceder, pelo menos, um gol. Já fazia sete partidas desde que o City conseguira o seu último clean sheet e, aos 34 minutos, o prolífico John Richards diminuiu a desvantagem dos visitantes.

7. Franny Lee marcando um dos seus gols na partida (City Till I Die)

Aquele choque pareceu acordar um primoroso time do City e, seis minutos depois do gol de Richards, Towers restaurou a vantagem de dois gols dos Blues ao marcar o terceiro gol do time e deixar em 3 a 1.

Seja o que for que Mercer e Allison tenham dito ao time no intervalo, não fez efeito imediatamente, pois Richards, novamente, recolocou os Wolves no jogo quando marcou o seu segundo gol na tarde, apenas seis minutos após a volta para o segundo tempo.

Quando o relógio já marcava uma hora de jogo Mike Summerbee se machucou e saiu mancando de campo para a entrada do substituto Freddie Hill, que saiu do banco para fazer sua primeira aparição pelos Blues na temporada e foi este mesmo Hill que mudou o ritmo do jogo, adicionando uma nova dinâmica ao meio de campo do City que, estranhamente, havia perdido o seu ímpeto inicial, especialmente em virtude de Colin Bell, aparentemente, estar desfrutando de um dia de folga.

O próximo gol seria crítico, se ele fosse marcado pelo City, não deixaria mais margem para uma reação para os visitantes... o super substituto Hill provou ser o diferencial dos Blues quando, numa cobrança de escanteio, ele cabeceou para trás e encontrou um Lee sem marcação para vencer a defesa adversária e marcar o quarto gol do City naquela tarde aos 65 minutos, permitindo a uma plateia tensa em Maine Road desfrutar um último terço do jogo com mais tranquilidade e Lee, em tarde inspirada, deu o golpe de misericórdia ao completar o seu hat-trick quando faltavam dois minutos para o término do confronto. **

8. Franny Lee, braço erguido, comemorando um dos seus gols na partida (City Till I Die)

Ficha técnica partida em que Johnny Marr compareceu:

Manchester City 5 (Francis Lee-3, Tommy Booth, Towers) Wolverhampton Wanderes 2 (John Richards-2)

League Division One

29 de janeiro de 1972

Local: Maine Road

Público: 37.639

Manchester City: Joe Corrigan, Tony Book, Willie Donachie, Mike Doyle, Tommy Booth, Alan Oakes, Mike Summerbee, Colin Bell, Wyn Davies, Francis Lee, Tony Towers (Freddie Hill).

Wolverhampton Wanderes: Phil Parkes, Bernard Shaw, Derek Parkin, Alan Sunderland, Frank Munro, John McAlle, Jim McCalliog, Danny Hegan, John Richards, Derek Dougan, David Wagstaffe (Peter Eastoe).

* Steve Railston ©
** David Clayton ©

9. Lance da partida entre o City e os Wolves (City Till I Die)

Tradução: Sandro Pontes

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Liverpool - Beatles ou Human League?

Rolou na Terra da Rainha traz um trecho de um livro lido recentemente sobre a inesquecível temporada de 1983-84 do Liverpool e também um pouco do já conhecido humor britânico.

Antes da passagem serão feitos alguns esclarecimentos, pois nem todos conhecem a história do futebol inglês a fundo (neste caso do Liverpool)!

A temporada 83-84 é inesquecível para o Liverpool porque foi a estreia de Joe Fagan como treinador em substituição ao lendário Bob Paisley que, sem sombras de dúvida, foi - e ainda é - o mais bem sucedido treinador de todos os tempos dos Reds.

Joe Fagan sempre foi um dos integrantes das comissões técnicas do próprio Liverpool e, com a saída de Paisley foi guindado ao posto de substituto, ou seja, era um desafio de proporções hercúleas.

Entretanto, para a surpresa de todos, ele não só conseguiu substituir muito bem o seu antecessor como conquistou três títulos na temporada: Copa da Liga Inglesa (League Cup), Campeonato Inglês (então conhecida como First Division) e a Copa dos Campeões da Europa (então conhecida como Champions Cup, o quarto título do Liverpool naquele momento, antes havia ganho em 1977, 1978 e 1981), inclusive superando o próprio Paisley que, em seu primeiro ano à frente do Liverpool não ganhou nenhum título!

1. Capa do livro

Sobre as bandas citadas, provavelmente não existe ser vivente que não conheça os Beatles, a banda mais famosa não somente de Liverpool, mas do mundo.

Abaixo um breve trecho retirado da Wikipedia:

“The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960.

É o grupo musical que mais vendeu na história da música.

Segundo a EMI, em estimativa de 2001, mais de um bilhão de discos haviam sido vendidos em nome da banda.

No período de 1962 até 1969, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo, piano e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal).

Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 1950, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros, o que muitos críticos e especialistas em música consideram, até hoje, uma característica genial dos integrantes.

Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de beatlemania, fez com que eles crescessem em sofisticação.

Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 1960.”

2. Os Beatles (Site Guitar World)

Já o Human League (The Human League, o nome completo da banda) é uma banda que fez parte do movimento conhecido como pós-punk.

Para um maior aprofundamento na história da banda, também se lança mão da Wikipedia, cujo trecho é reproduzido abaixo:

"The Human League é uma banda britânica de new wave e synth-pop formada em 1977 em Sheffield, tendo atingido grande popularidade na década de 1980 e regressado depois em meados dos anos 1990.

Originalmente um grupo pós-punk de sintetizadores de Sheffield, Inglaterra, sua composição tem-se alterado ao longo dos anos, sendo que o único membro original ainda na banda é o vocalista e compositor Philip Oakey.

Foi um dos grupos pioneiros da música eletrônica, tendo editado os álbuns "Reproduction" em 1979 e "Travelogue" em 1980, ambos com pouco sucesso.

Em 1981 editam o álbum "Dare!", com uma sonoridade mais pop, em que se destaca a inclusão de duas novas vocalistas, Joanne Catherall e Susan Ann Sulley.

O álbum "Dare!" é, ainda hoje, considerado como um dos mais importantes álbuns de synth-pop, sendo de destacar os singles "The Sound of the Crown", "Love Action", "Open your Heart" e "Don't you Want Me" (1º lugar em cinco países, incluindo Inglaterra e EUA)."

Feitos todos estes esclarecimentos vamos ao texto que narra uma passagem dos Reds pela temporada 1983-84.

Boa leitura.

3. The Human League (Site Japa Girl)

"Havia pouco tempo para reflexão. Na sequência do jogo dos Wolves, Rush esteve envolvido em um acidente de trânsito e ficou abalado.

Na terça-feira o Liverpool tinha que viajar à Hillsborough para as quartas de final do que estava se tornando uma épica caminhada pela League Cup.

Perder do Sheffield Wednesday, o líder da Second Division, era impensável.

4. Programa oficial do jogo (LFC History)

A temporada, por si própria, podia facilmente ser tornar um desastre automobilístico.

Como de costume nesta competição o time de Fagan falhou em acabar com a eliminatória no primeiro jogo.

Quase 50.000 espectadores, o maior público para um jogo do Liverpool desde a decisão da Charity Shield e de Old Trafford, transformou-se numa noite gelada em Yorkshire.

O DJ de Hillsborough, inadvertidamente, resumiu a disparidade evidente entre os times propondo uma "batalha de bandas”.

5. Pôster de Phil Neal pela revista Match (Pinterest)

Os Beatles postos contra a banda de Sheffield, Human League e o vencedor seria definido através do aplauso do público.

Até o homem mais patriota de Yorkshire tinha que admitir a derrota.

Isso deveria ter sido fácil dentro e fora de campo, mas o Liverpool esteve, de novo, nitidamente desligado.

6. Pôster de Steve Nicol pela revista Match (Pinterest)

Ficha técnica da partida:

Sheffield Wednesday (Gary Megson, Mark Lawrenson, contra) Liverpool 2 (Steve Nicol, Phil Neal)

Quartas de final da League Cup

Local: Hillsborough

Data: 17 de janeiro de 1984

Público: 49.357

Sheffield Wednesday: Martin Hodge, Lawrie Madden, Mark Smith, Mel Sterland, Mike Lyons, Peter Shirtliff, Gary Bannister, Gary Megson, Gary Shelton, Imre Varadi, John Pearson.

Liverpool: Bruce Grobbelaar, Alan Hansen, Mark Lawrenson, Phil Neal, Steve Nicol, Alan Kennedy, Sammy Lee, Graeme Souness, Craig Johnston, Michael Robinson, Ian Rush. *

* I don’t know what it is, but I love it – Liverpool’s unforgettable 83-84 season - Tony Evans.

7. Mark Lawrenson, que acabou fazendo um gol contra as próprias redes na partida (Getty Images)

Tradução: Sandro Pontes

Wolves neste dia